quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Jurassic Park

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Jurassic Park!!! Quem nunca assistiu? Se você é um desses, você merece ser comido por um T-Rex.

Dada esta consideração, vou falar de um filme óbvio, mas aposto que muitos não lembram a história, de fato. Vamos dar um apanhado.

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John Hammond é um velho bilionário, mais que isso, ultra-super-motherfucking-zilionário, que durante uma escavação, colocou as mãos em um mosquito pré-histórico encrustado numa pedra de âmbar. Através do sangue que o inseto ingeriu dos dinossauros, o cara financiou projetos de DNA para que dinossauros voltassem à vida. Ele fez isso em uma ilha e lá ele queria montar um parque de atrações.

Que ideia hein?

Tudo montado, mas coisas burocráticas o impediam, por isso ele convidou especialistas para darem uma conferida, e um certo aval, tipo dizer: Ok, o parque é show e a segurança é fora de série, deixa o cara tocar o barco!

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Entre os especialistas está o paleontólogo Alan Grant, que de início não queria participar do passeio, mas Hammond pagaria alto para que ele fosse conhecer. E a paleontologia é algo caro e que recebe pouco apoio. Grant não pensou duas vezes. Foi.

Chegou lá, todos fizeram um tour pelos laboratórios e por fim chegou a hora do passeio. O técnico geral de informática, desligou todos os sistemas para roubar umas espécimes, mas ele morre pateticamente por um lagarto, ele não importa. O que importa é que todos os sistemas de segurança foram desativados e por isso a bicharada fugiu, e agora os viajantes estão à solta com inúmeras criaturas de 65 milhões de anos atrás, sangrentas e carniceiras e violentas e sádicas e famintas..

*Ham Ham*

Desculpem, eu fantasio às vezes.

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Daí um Tiranossauro Rex foge do pasto e ataca a galera, eles se dispersam e Alan Grant está sozinho com dois pirralhos irritantes

 

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Viu?

E aliás, esses guris fazem um trabalho horrível! E não me venham com “ah, mas eram apenas crianças”. Foda-se Dane-se, Dakota Fanning era menor que eles quando começou a atuar, e já merecia um Oscar!

Voltando ao raciocínio. Além do T-Rex à solta, velociraptors entraram na caçada pelos petiscos, e depois de muita confusão, os amigos estão seguros no QG central, mas os raptors invadem tudo!!!

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Mas o moleque é esperto. Mas não tanto quanto os Power Rangers Dino-Thunder velociraptors que estão prestes a colocar a galera toda no espetinho e fazer um churrasco da laje pré-histórica!!!

Mãããããããããããsssssss…

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…o Tiranossauro Rex aparece e come os vilões raptors saboreando cada dentada, daí ele dá um brado heroico de vitória e a bandeira da glória cai sobre seu corpo.

Wuuuuuuuuuoooo!!

(Quase) todos são salvos.

Falando sério, agora.

Jurassic Park é de 1993, e é um filme de ninguém mais ninguém menos que Steven Spielberg. Com absoluta certeza, o longa revolucionou o cinema, o modo de fazer filmes, e o mais importante de tudo: ensinou como se faz efeitos especiais e gráficos.

Para o ano, tudo aquilo é muito real! Jurassic Park é um marco histórico para o cinema! E ao contrário de muitos filmes de aventura e com ideias viajantes, temos aqui uma história muito bem bolada, um ótimo roteiro.

E o que falar da trilha sonora? Assim como a de Star Wars, se você ouvir a música tema do filme, onde quer que você esteja, você saberá que se trata da trilha sonora de Jurassic Park. Enfim, é um filme que revolucionou o cinema, está na história da telona!

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E eu tenho a trilogia, uhul!!

Abraços!!!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Filha do Mal






Você que acessa bastante a internet, já deve ter visto um merchan desse filme, falando que é um dos melhores filmes de exorcismo da história, cenas fortes etc etc etc...

Trata-se de "Filha do Mal" (The Devil Inside, 2012), do qual fui assistir no último fim de semana. Antes de mais nada, vamos fazer um apanhado geral do que é esse filme.

Cuidado, a partir daqui, este artigo contém SPOILERS!

O início do filme é bacana, uma mulher liga para a polícia dizendo que matou 3 pessoas, sendo elas membros do clero católico, tudo ocorreu durante um ritual de exorcismo (nela mesmo). 20 anos depois, temos a protagonista da história, a filha da assassina da qual não lembro o nome e nem me darei o trabalho de pesquisar.

A filha dá início a um documentário junto com um amigo, que filma tudo, o objetivo é descobrir qual é a verdade sobre a mãe. Afinal, ela estava com distúrbio mental ou realmente estava possuída? O fato é que ela foi disgnosticada como maluca mesmo, mas estranhamente foi enviada para um hospital psiquiátrico em Roma.

Hum, depois darei minha opinião sobre este fato.

Continuemos...

A mocinha decide ir pra Europa, e lá na capital italiana, começa a investigar. Assiste uma aula teórica sobre exorcismo e lá conhece dois padres, P1 e P2, não lembro os nomes e também não vou atrás, me processe.

Os padres a levam para uma sessão de exorcismo de verdade, só que é ilegal, nem todos os exorcismos são permitidos pela igreja, digo, nem todos são reconhecidos. Até agora, o filme só mostrou drama e nenhuma cena forte de verdade, assim como a moça é cética quanto à isso, ela não sabe se isso realmente existe ou se as pessoas simplesmente têm ataques epilépticos ou esquizofrênicos. Aí ela testemunha e tudo muda. Temos cenas boas.

Depois temos exorcimos com a mãe, e outros acontecimentos importantes até o fim derradeiro.

Bom, aqui eu paro de falar sobre o filme e vou dar minha opinião pessoal.

Imaginem, meus amigos, uma misura de Exorcista, Quarentena e uma leve pitada de Atividade Paranormal. Pronto, você já tem uma ideia de como é o filme.

Os produtores quiseram entrar na onda de filmes "caseiros" e teria dado certo se não fosse a confusão que foi feita. Hora não sabíamos quem filmava, quem falava, ou que horas está acontecendo as coisas. O espectador tem que se cituar. Mas ok, vou deixar isso como ponto positivo ao filme pelo realismo.

Mas a confusão é grande, muitas coisas não são explicadas e ficam por isso mesmo. Por mais que a ideia seja caseira, estamos falando do cinema, e algumas coisas precisam ter lógica, não tudo, ok, mas muita coisa sem lógica, deixa todo mundo se perguntando muitas coisas e isso é um saco.

Vou dar um único exemplo.

A mãe, que morava nos EUA, foi diagnosticada com problemas mentais e não como possuída pelo demônio, após os assassinatos, e foi mandada à um hospital psiquiátrico em Roma que não aceita práticas de exorcismos ou religiosas, principalmente perto dessa paciente. Se ela simplesmente estava maluca, e a tolerância a rituais religiosos era zero, porque um maldito manicômio em ROMA???? Porque do outro lado do mundo?????

Outra coisa, vamos tomar cuidado com a propaganda enganosa, hein? Cuidado com a shampootização dos merchans dos filmes!!!

Se você não entende o que quero dizer com 'shampootização', vide propagandas de shampoo.

Pois é, muitos videos, blogs etc, falaram que é um filme pesado, cenas fortes, de grande terror. Olha, vou ser sincero, todo mundo saiu da sala de cinema sorrindo, xingando e tudo, totalmente diferente de "Atividade Paranormal 3", por exemplo, que todo mundo queria logo sair da sala porque estava escuro e estavam com medo, o pessoal saiu quase que correndo, sério!

Minha namorada, que diz não suportar filme de terror, ter medo e tudo porque ela fica pensando nisso à noite antes de dormir, disse segundo as próprias palavras "nem tchum, pra esse filme".

Não se engane, é terror, mas tudo que acontece é previsível, eu já esparava que ia ver o que vi, nas cenas "fortes", e aposto que você também não irá se surpreender.

Por fim. Cara, que final foi aquele?

Eu não vou contar, claro, mas a ideia que eu tenho é a seguinte:

*produtores conversando sobre o filme*

Fulano: Cara, como a gente vai terminar o filme?

Sicrano: Rapaz, não sei, minha ~criatividade~ já acabou...

Fulano: É, a minha também, mas a gente tem até o fim do dia pra bolar alguma coisa

Sicrano: Vamos fazer desse jeito aqui mesmo, ninguém vai ligar

Fulano: Sério? Pow, sei lá...

Sicrano: Que nada cara, vamos fazer assim mesmo, já fizemos um monte de cena massa, o final é o de menos perto de tudo o que temos aqui

Fulano: Então é, ta bom vai esse mesmo, escreve aí, que se foda!

Essa é a minha versão e é nela que acredito.

Agora, levantem essa bunda gorda e vão assistir o filme no cinema! Tem coisa legal sim!

Abraços!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Thor



Olá, amiguinhos! Ah moleque, o blog tá com layout novo! E aí o que acharam? Bem mais a ver, né? É, eu também gostei.

Sim, estou obrigando você gostar da nova cara do blog, se não gostou, me processe.

Este post marca também a volta das atividades no blog, estava parado aí por umas duas semanas, eu acho... Mas isso não importa mais!

Então vamos deixar de lenga-lenga e falar do que interessa. O filme Thor! Aêeeeeee!!!

Poupe-me.

Quem leu o último post, sabe porque estou escrevendo este... Sim, amigos, é sobre um filme que não gostei.

"O quê? Fernando, você não gostou de Thor?"

"Que absurdo!"

"Tu tá ficando doido, Thor foi maaaaaassa!"

Bla bla bla bla.....

Eu não achei e fim. Deita na BR, agora...

Eu não gostei desse filme e vou lhes dizer porque logo, logo.

"Thor" (2011), conta a história do heroi-deus homônimo, que é um personagem de destaque nos quadrinhos Marvel, e antes que algum nerd colecionador ou leitor de HQ venha com justificativas, por favor, leia o primeiro post do blog. Eu só falo do filme, não faço relação nenhuma com quadrinhos, livros ou qualquer outra coisa que tenha inspirado o filme. Portanto sem comentários do tipo "ah mas no quadrinho assim assim e assado..". Obrigado.

Agora deixa eu descer o pau.

O personagem principal é interpretado pelo ator Chris Hemsworth, que realmente parece um nórdico, gostei dele no papel. Esse personagem é o maior que Chris já pegou na curta carreira até agora. Natalie Portman é Jane Foster, a namoradinha. Anthony Hopkins é Odin, claaaaaaaro né? Também gostei dele como este personagem. Nada mais conveniente do que colocar um ator consagrado, uma verdadeira entidade do cinema como o maior dos deuses. Dentre outros personagens que estrelam o filme etc etc...

Notem que o não elogiei a Natalie Portman. E eu vou falar disso agora.

Vou dar 3 motivos pelos quais eu não gostei de Thor, o filme.

Primeiro. Detestei o par romântico. Chris e Natalie (Thor e Jane) simplesmente não têm nada a ver!!! Foi uma péssima escolha trazer a Natalie Portman para fazer a namoradinha do cara, eu acho que foi puramente comercial, marketing. Eu não tenho nada cotra essa atriz, pelo contrário, acho até que ela seja ótima, só acho que simplesmente ela não se enquadra nesse papel. Natalie se consagrou após Cisne Negro, ganhou prêmios de melhor atriz, por isso falei dessa escolha visando a atenção da galera... mas aqui neste filme eu realmente achei um desastre. Não como atuação, apenas como estética para o filme. Chris deve ter uns 2 metros e pesar uns 115 quilos de puro músculo, tem tudo para ser um sexy symbol do cinema quando Bradd Pitt ficar velhinho, enquanto Natalie Portman... Bom, ela deve ter o que? 1 metro e meio? Não estou dizendo que ela é feia, ela é bonita, só está longe de combinar com alguém como o Chris. Sei que no amor não tem dessa, mas no cinema é importante ter um bom parelhamento do casal.

Segundo.

Thor simplesmente não tem inimigos. Ninguém dá o caldo contra ele. Os momentos em que ele tem dificuldades para lidar com ameaças, é quando ele está sem os poderes, mas nesse caso ele não é o heroi, né? Ele é simplesmente um humano. Thor, o heroi Thor, é também um deus, isso faz dele praticamente invencível. Nenhum dos personagens que apareceram deram conta dele, nem mesmo o vilão conseguiu dar um calor quando Thor estava com plenos poderes. Isso é chato, sabe? Ver que alguém é tão forte que ninguém pode jogar água na cerveja do cara. O inimigo de Thor na história é ele mesmo, pois no início ele é orgulhoso, tinha um caráter soberbo e por isso fica de castigo, mas isso não é bem assim um inimigo, né?!

Terceiro, último e mais importante fator negativo do filme, para mim.

Thor não aprendeu a lição. Thor tem seus poderes tomados pelo pai, porque como eu disse, ele é orgulhoso, soberbo, descuidadoso e não respeita os outros. Seu orgulho é maior que o mundo e por isso é enviado ao mundo dos humanos e ele os despreza e vai continuar assim até que aprenda sobre humildade, respeito, amor etc... O problema é que Thor não aprende a lição. A única coisa que mudou em Thor foi que ele se apaixonou pela Jane Foster, e isso enganou aos espectadores. Na hora em que ele viu que todos iriam morrer, enfrentando uma criatura gigante super forte e que solta raios pelos olhos, ele vê que Jane iria morrer, assim como seus colegas e ele mesmo, e aí ele fica com medo ou muita raiva, e recupera as forças e o martelo Mjölnir.

Enfim, eu não vi ele aprender a lição da qual o pai queria que ele aprendesse. A lição que todos nós deveríamos aprender.

Mas...

Bom, assistam o filme, é bacaninha... No máximo.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O Resgate do Soldado Ryan

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“O Resgate do Soldado Ryan” é mais um filme que eu adoro. Está entre os melhores filmes que eu já vi na vida.

Tenho que parar de falar de filmes que muito estimo, né? Prometo que na próxima escrevo sobre algum que eu realmente não goste. Prometo.

Assim como no filme que falei anteriormente, O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan, 1998) também é estrelado pelo ícone Tom Hanks interpretando o capitão John Miller e conta a história de sua companhia durante a II Guerra Mundial.

O filme tem um início alucinante já no Dia D, quando todo mundo desembarca nas praias da Normandia. É uma tomada cheia de ação a aflição. Muitos tiros, explosões, sangue, corpos, partes de corpos, morte… Impossível de não dar atenção à isso, e logo no início do filme, só pra deixar todo mundo doido.

Depois de muita luta e sofrimento, o exército Aliado consegue tomar as praias dos alemães. Após toda a confusão e na calmaria do dia seguinte, o Cap. Miller recebe uma ordem para resgatar um soldado que saltou também no Dia D, chamado Ryan. Se ele “saltou”, obviamente ele não estava pelas praias. O fato é que Ryan perdeu todos os seus irmãos na guerra, e para não aumentar o desgosto da mãe, o Estado ordenou que ele voltasse pra casa e coube à John Miller e sua cia. buscar o rapaz.

Ao longo do caminho, eles têm vários problemas, obstáculos e encontram vários compatriotas. O grupo tem membros que foram mortos pelo caminho e criam um grande desgosto por Ryan, mas missão dada é missão cumprida. Depois de muita esculhambação, encontram o soldado James Ryan (Matt Damon), mas aí o rapaz não quer deixar o posto e seus companheiros. E mais confusão. Isso porque tem uma tropa de alemães a caminho, e o posto de Ryan é o que defende uma ponte. O objetivo aqui é não deixar que os nazistas atravessem o rio. Miller toma uma nova decisão: defender a ponte e depois disso, levar Ryan para casa.

Agora vocês precisam ver o restante dos acontecimentos, que são sensacionais.

Tom Hanks, como sempre, dando uma aula de atuação e emocionando à todos a cada minuto do filme. Matt Damon era só um garoto na época, e sua participação é só falar algumas coisas, dar uns tiros e correr um pouco. O filme ainda conta com nomes notáveis como Giovanni Ribisi e Vin Diesel, que tem breve participação.

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O DVD duplo de O Resgate do Soldado Ryan não poderia faltar na minha coleção, né?

Não se esqueçam que eu aceito sugestões de filmes para falar aqui no blog, ok?!

Vencedores do Globo de Ouro (Golden Globe Awards)

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Olá de novo, meus amigos! Desta vez, esse post não será sobre filme algum, mas sim sobre a premiação do Globo de Ouro, ou Golden Globe, como preferir… Pra quem não sabe, essa premiação é como o Oscar, mas só que com um pouco menos de prestígio, afinal de contas o Oscar é a premiação da Academia, o órgão que digamos administra os filmes de Hollywood. Então eu diria que o Globo de Ouro é uma espécie de introdução do Oscar.

Essa é a minha versão e é à ela que vou me agarrar.

Me processe.

Vamos deixar de ladainha e mostrar quem e quais foram os vencedores!

Melhor Filme de Drama
Os Descendentes

Melhor Ator em Filme de Drama
George Clooney, Os Descendentes

Melhor Atriz em Filme de Drama
Meryl Streep, A Dama de Ferro

Melhor Filme de Comédia ou Musical
The Artist

Melhor Ator de Filme de Comédia ou Musical
Jean Dujardin, The Artist

Melhor Atriz de Filme de Comédia ou Musical
Michelle Williams, Sete Dias com Marilyn

Melhor Animação
As Aventuras de Tintin (AEEE)

Melhor Filme em Língua Estrangeira
Separação (Irã)

Melhor Ator Coadjuvante
Christopher Plummer, Beginners

Melhor Atriz Coadjuvante
Octavia Spencer, The Help

Melhor Diretor
Woody Allen, Meia Noite em Paris

Melhor Roteiro
Woody Allen, Meia Noite em Paris

Melhor Roteiro Original
Ludovic Bource, The Artist

Melhor Canção Original
Masterpiece, de W.E., com letra de Madonna, Julie Frost e Jimmy Harry

Melhor Série de TV – Drama
Homeland

Melhor Atriz de Série de TV – Drama

Claire Danes, Homeland

Melhor Ator em Série de TV – Drama
Kelsey Grammer, Boss

Melhor Série de TV – Comédia ou Musical
Modern Family

Melhor Atriz de Série de TV – Comédia ou Musical
Laura Dern, Enlightened

Melhor Ator de Série de TV – Comédia ou Musical
Matt LeBlanc, Episodes

Melhor Minissérie ou Filme para Televisão
Downton Abbey

Melhor Atriz de Minissérie ou Filme para Televisão
Kate Winslet, Mildred Pierce

Melhor Ator de Minissérie ou Filme para Televisão
Idris Elba, Luther

Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Filme para Televisão
Jessica Lange, American Horror Story

Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Filme para Televisão
Peter Dinklage, Game of Thrones

 

Fora isso, houve uma homenagem à Morgan Freeman, em que o ícone do cinema recebeu o Prêmio Cecil B. DeMille.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Náufrago

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Primeiramente, saudações novamente!!! É, eu sei que faziam dias que eu não escrevia nada, mas tenho certeza que vocês não sentiram falta…

Hoje mesmo eu assisti “Náufrago” (Cast Away, 2000) que é um filme maravilhoso. Olha, se você não gosta desse filme, você tem probleminha! Trate-se.

Continuando, este longa estrelado por um fera do cinema, Tom Hanks, conta a história de Chuck Norris, agente da FedEx (o Correios dos EUA) que dá uma espécie de treinamento da companhia para os funcionários de seus pólos ao redor do mundo. Ou seja, vive viajando.

Em sua vida pessoal, Chuck tem uma mulher da qual ama muito mas ainda não se casaram. Antes de uma viagem, Chuck lhe entrega uma aliança, vai rolar o casamento, mas primeiro tem essa trip.

Acontece que no meio da viagem, o avião cai no meio do Pacífico, e graças à muita sorte, nosso campeão sobrevive à queda e vai parar na ilha de Lost.

Lá, sozinho, sem comunicação nem porra nenhuma condições pra viver, ele dá seu jeito, sobrevive à base de comida japonesa e tropical e por lá passa 4 anos.

É muito sofrimento. Antes, em sua vida normal, ele tinha tudo farto e fácil. Aqui ele se machuca para fazer tudo e sofre para conseguir o mínimo de qualquer coisa: como comida, água, abrigo, ferramentas e fogo.

Fez tentativas de ir embora e falhou. De se matar e falhou. De tudo e falhou. Só lhe restava sobreviver.

Eu diria que ele sobreviveu graças à dois fatores importantes:

O primeiro, ao seu amor por sua mulher. Antes de pegar o avião, ele recebeu de presente um relógio daqueles que se abre e dentro tinha uma foto, e diariamente ele olhava para aquela foto e encontrava forças para sobreviver e, quem sabe um dia, voltar para o amor de sua vida.

E segundo, e na minha opinião o mais importante fator, a amizade com uma bola que ele chamou de Wilson. Encontrar forças no amor de sua vida é realmente muito poderoso, mas ninguém conseguiria viver estando sozinho. A mulher de Chuck não era palpável, diferente de Wilson.

Aí vem os caga-regra:

“ah Fernando mas uma bola? a bola não fazia nada!”

Sim, a bola, o Sr Wilson, em nada ajudava Chuck, mas era com Wilson que o náufrago conversava, compartilhava seus momentos de alegria, tristeza, dor etc.. Através das conversas com a bola, Chuck conseguia ter ideias e opiniões, mesmo que viesse de dentro de sua própria cabeça. Mas e se Wilson não existisse? Será se ele conseguiria sobreviver? Ele mesmo dizia “temos que sobreviver, Wilson”. ou seja, ali ele encontrava força não só pra sua própria sobrevivência, mas também para salvar um amigo.

Quando Chuck consegue voltar pra casa (para saber como, assista ao filme), ele vê tudo ali, tão fácil. Comida sobrando, bebida aos litros quando quiser, e fogo, que foi uma de suas conquistas mais difíceis, ao toque de um clique.

É sensacional.

O filme nem trilha sonora possui direito. A maior parte do tempo, o filme não tem música de fundo. Acho que isso é proporcional. Sempre o que se ouve é o som de vento e ondas, pra trazer o espectador para a realidade vivida por Chuck. E isso é genial.

A lição dada no filme também é linda. É a que você deve dar valor às suas coisas, por menor e menos significativas que elas sejam. No filme isso fica muito claro quando ele vai descansar em casa.

Um ótimo filme, super recomendado!

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Uma imagem do meu DVD. Vale a pena ter esse em casa!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Imortais

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Este artigo contem (um pouquinho de) SPOILER (lá longe, assim por alto).

Eu não gosto de escrever artigos sobre filmes que assisti apenas uma vez. Mas vou me atrever a fazer isso com Imortais (Immortals, 2011), que é um filme que ainda está em cartaz, e logicamente a única vez que vi até agora, foi no cinema.

Mas porque vou fazer isso? Eu lhes digo, meus amigos. Eu esperava muito de Imortais, mas muito mesmo! Esperava muito pelo fato deste filme ser dos mesmos produtores de “300”, que é um filme que sou apaixonado.

Mas ok, vamos deixar essa relação entre Imortais e 300 de lado e nos concentrar apenas no filme em questão. Ainda assim eu esperava muito, por ser um gênero de filme que também sou apaixonado… Vamos ao que interessa.

O filme conta a história de Teseu, interpretado pelo ator Henry Cavill.

Aliás, Cavill está presente no último filme sobre o qual escrevi, “O Conde de Monte Cristo”. A propósito, o contraste dos personagens é notório, vejam comigo…

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Huummmmm…… sei, sei…

Notamos que Henry Cavill está com um personagem super machão em Imortais.

Outros atores notáveis são Mickey Rourke, como sempre dando um show de interpretação, e Freida Pinto… ui… Freida… você é nova por aqui né…

Ahm ahm… *gasp gasp*

…

Desculpem, entrei em devaneio…

Vocês precisam ver a Freida Pinto em ação…

Aliás, quem assistiu “Quem Quer Ser Um Milionário”, aí? Ela é aquela mulher que o vencedor é apaixonado e tal…

Pois é. Mas para você, que assim como eu, é muito fã de mitologia grega e conhece a lenda de Teseu, desprenda-se da história, afinal Hollywood adora dar uma distorcida, bem como vimos em 300. Aqui, o minotauro não é uma besta mitológica, e sim um cara fortão que usa um capacete de boi.

Triste.

Fora outros trabalhos de Teseu que não são mencionados no filme. Teseu era um semi-deus que fazia trabalhos perigosos e sonhava em ser mais renomado que Hércules. Mas isso não importa aqui.

Teseu basicamente quer se vingar de Himperion (Mickey Rourke) pela morte de sua mãe, e conta com a ajuda de um encrenqueiro e uma sacerdotisa-oráculo (Freida Pinto).

Confesso que esperava mais do filme. Do início até a metade, achei que fosse me arrepender de ter ido ao cinema, mas da metade pro fim o filme fica mesmo bom. Não gostei da trilha sonora, não é envolvente como a de 300, achei que fossem fazer algo tão bom quanto…

As cenas de batalhas são legais mesmo, mas não vá esperando ver lutas empolgantes… As batalhas aqui são bem normais, mas não deixam de ser boas…

Entre as minhas cenas preferias estão a intervenção de Poseidon, ele dá um super mergulho, muito foda e emocionante essa cena…

Immortal_thumbAliás, o Poseidon é o mesmo ator que faz o Emmet de Crepúsculo. Por isso vou chamar Poseidon de Emmet daqui pra frente, caso seja mencionado novamente.

E é à ele que cabe a tarefa de fritar as entranhas da plateia feminina do cinema…

Não, não vou citar a cena em que a sacerdotisa mostra seus dotes corporais, não adianta…

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Ops, quase!

…

Ah sim, mas a melhor cena de todas pra falar a verdade não é protagonizada pelo nosso herói, muito menos pelo vilão.

Os Titãs (que neste filme parecem orcs com super poderes) são libertados e só quem pode enfrentá-los são os deuses do Olimpo. Daí, como um trovão, chegam Zeus, Poseidon Emmet Cullen, Atena e outros dois que não são mencionados. A batalha é sensacional, essa sim superou todas as minhas expectativas. Foi o que salvou o longa.

Assistam ao filme, é muito bom, apenas não tenham 300 como parâmetro, como eu tive, senão nesse caso, não gostarão.

Recomendado!