quarta-feira, 23 de maio de 2012

Battleship – Batalha dos Mares

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E mais um filme sabre invasão alienígena chega aos cinemas!

Claro, assim como todos os outros filmes do gênero, tem suas inovações e seus clichês, que são maioria.

“Battleship – Batalha dos Mares” (Battleship, 2012) é um filme inspirado em um jogo da nossa infância: batalha naval! Sim! Ok, talvez não da sua infância se você é novinho, mas na década de 80 e começo de 90, era um sucesso de jogo de estratégia! Tanto é verdade, que até a criadora do jogo, a Hasbro, tá envolvida.

Aliás, a Hasbro também ta envolvida em outro filme baseado num brinquedo seu, “G.I. Joe”, que leva o nome dos bonecos, que aqui no Brasil receberam o nome de Comandos em Ação!

Lembra deles? Esses só conhecem os homens e nascidos na década de 80.

Se você não brincou de Comandos em Ação, você nunca brincou de bonecos de verdade! Só lamento!

Mas continuando, o foco aqui é batalha naval, ou melhor, Battleship! Às vezes eu viajo, eu sei.

Bom, o filme começa com a descoberta de um planeta equivalente à Terra, e para saber se há vida lá, é enviado daqui um sinal, tipo um “alô, tem alguém na linha?”.

Daí o restante você tem que ver no cinema, é legal!

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Deixa eu dar umas opiniões agora, aqui.

Vem cá, é impressão minha ou ta se tornando moda usar músicas do AC/DC na trilha sonora dos filmes? Aqui temos duas músicas! É moda também usar outras músicas de rock, o que rola no filme.

Eu sei que o rock é tendência, é visível, por isso acho que o cinema ta abraçando a idéia, talvez isso dê um ar de mais ação, adrenalina, em suas cenas.

Não estou reclamando.

Muito bom os efeitos especiais do filme, convenhamos, mas em algumas coisas ficaram bem cachorras, como quando mostra o rosto dos aliens. Achei legal o fato dos inimigos não serem indestrutíveis ou completamente malignos, como todo filme dessa espécie faz.

Por falar em efeitos especiais, depois do filme meu primo falou “faltou uns lasers”. Porra Caralho Caramba, que bom que não teve lasers, né? Aí seria mais clichê do que já é, acompanhe comigo.

No filme tinha que ter um romancezinho besta. Quando é que Hollywood vai se cansar disso? Por quê que todo filme assim tem que ter um romance? É pra vender?

Bom, o público masculino não se importa nem um pouco com isso, papo sério.

Agora analisem: qual é o público alvo do filme?

Temos explosões, ataques, tiros, canhões, ambiente predominantemente masculino (forças armadas e guerra), e o principal: o tema do filme é baseado em um jogo do qual meninos brincavam.

Esse romance nada mais é do que pra fazer as meninas gostarem da história, simples.

E olhe lá, nem todas elas. Minha namorada por exemplo não curtiu, achou a historinha de amor totalmente nada a ver.

Esses caras têm que entender que filmes de ação, tensos, guerra e ataques alienígenas não deveriam ter espaços para romances bobos.

Esse é um dos motivos que fazem “Guerra dos Mundos” o meu filme de invasão alienígena predileto.

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Vamos falar dos atores e seus papeis. O protagonista é Alex Hooper, interpretado por Taylor Kitsch.

Alex é o típico personagem clichê extremo: no início ele é irresponsável, imaturo e desobediente, e no decorrer do filme é forçado a aprender lições que o tornam o homem que já deveria ter sido pela ordem natural das coisas, afinal as pessoas crescem. Mas suas trapalhadas são engraçadas.

Ainda não vou muito com a cara de Kitsch. Sempre faz personagens chatos ou clichês e nunca trazem um dedo de contribuição do ator. Nunca tem algo diferenciado entre o personagem vivido por ele e os que fez antes.

Vou dar um exemplo recente. Assista “John Carter – Entre Dois Mundos”, depois este Battleship – Batalha dos Mares e então volte aqui para me dizer se você viu alguma diferença carismática entre um personagem e outro.

Eu sei que ele é novo no ramo de grandes filmes e que eu posso queimar a língua no futuro, mas ATÉ AGORA ele não mostrou um trabalho de tirar o chapéu. Quando um personagem é muito clichê, como é o caso, é que deve entrar o talento do ator, para mostrar algo novo e bom em seu personagem estereotipado.

O lendário Liam Neesom também está no filme, ele faz o almirante. Sou fã de Liam Neesom, está no meu top 10 de atores. Apesar do peso do nome, ele tem um papel secundário, mas como de costume, é fera.

Alexander Skarsgard, o sueco e é o mais novo lindo, tesão, bonito e gostosão. É seu primeiro filme grande, seu maior personagem está na serie True Blood, onde ele faz um vampiro tesudo e sedutor.

Aqui está alguém que me surpreendeu. Achei que fez um bom trabalho no papel do irmão mais velho do protagonista. É ele quem tenta mostrar o caminho certo para o irmão idiota e é por causa de um acontecimento em particular com ele, que o herói “cresce”.

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A grande novidade no elenco é Rihanna. A cantora faz sua estreia no cinema e devo dizer que não fez nenhuma besteira. Mas ao mesmo tempo, sua personagem era também clichê: a mulher soldado no meio de vários oficiais e que tem mais coragem que metade deles. Seu papel não exigiu muito, não era nada que qualquer outra atriz não pudesse fazer.

Obviamente os fãs dela vão dizer que ela está sensacional. Mas, fã é fã, né?

Uma coisa que gostei é que ela não teve o papel que eu pensei que fosse ter. Explorar uma musa pelo simples fato de ser musa, deixá-la lá fazendo pose, sendo linda e sexy. Pelo contrário, aqui ela está sempre uniformizada, séria e a câmera não passeia pelas curvas de seu corpo, como por exemplo, Michael Bay faz com Megan Fox.

Mas, se essa personagem fosse interpretada pela (linda da) Michelle Rodríguez, aí sim a marinheira seria bem mais interessante, melhor interpretada e teria mais vida, logo porque Michelle é, digamos, veterana, nesse gênero.

Michelle Rodríguez... ai ai.. tenho uma queda, admito.

Do MAR de clichês (sem trocadilhos kkk) que é o filme, afinal de contas, quem curte esse gênero, já sabe no que cada acontecimento vai dar, podemos tirar coisas realmente legais, inovadoras e bonitas.

Por exemplo, pela primeira vez eu vejo num filme uma operação marítima como realmente é, em que diferentes países estão envolvidos, aqui neste caso, EUA e Japão.

Mas não se engane, o filme é uma clara alusão ao patriotismo e supremacia militar norte-americana.

Agora o que foi realmente LEGAL, INOVADOR e BONITO, é que o longa não protagoniza apenas os heróis de hoje, mas também os de dias passados.

Aqui temos veteranos de guerra e militares aposentados também! O personagem Mick é interpretado por um soldado de verdade que perdeu as pernas durante a guerra no Iraque.

Os velhinhos também têm participação muito importante!

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Muito legal isso do filme.

Bom, acho que isso é tudo que posso falar. Apesar de tudo, o filme vale o ingresso e será um sucesso na Tela Quente!

Ah, e pra quem puder segurar a bunda mais um pouquinho na poltrona do cinema, fique, porque tem uma cena pós-crédito!

Mas é pós-crédito mesmo, depois de todas as letrinhas passando de baixo pra cima.

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E eu vou é simbora!!!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Passageiros

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Um filme para Tela Quente, eu diria.

“Passageiros” (Passengers, 2008) tem como estrela principal Anne Hathaway, a fofinha de Hollywood e que será a nossa próxima Mulher Gato em “Batman – Cavaleiro das Trevas Ressurge”. Uau!

O filme começa com um trágico acidente de avião, que apesar de ser o transporte mais seguro do mundo, se cair mata todo mundo.

Mas como cruzar os dedos realmente funciona, estranhamente a queda deixou alguns sobreviventes...

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Ok...

Claire (Anne Hathaway) é uma psiquiatra responsável por tratar dos traumas dos sobreviventes, que são poucos. Claro né, pelo menos isso.

Um deles é Eric (Patrick Wilson, o cara da foto acima), que é muito estranho e enigmático, sempre se sentindo muito bem, mesmo após o acidente. Ele não topa fazer sessões de grupo, só aceita a orientação de Claire, caso a “conversa” seja na casa dele.

Relutante, Claire topa.

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Mas que safadinho heim? O cara tá nuzão numa maca e quer que a mulher vá fazer as sessões na casa dele. É um maníaco, e essa Claire é uma doida de aceitar um convite desse de um peladão.

Se bem que eu não sei de nada, não sou psiquiatra.

Papo vai, papo vem, e começam as sessões com os sobreviventes, com exceção do Eric.

Claire encontra dificuldade ao tratar o grupo, já que os passageiros divergem em informações, e a mais importante de todas, é que eles não chegam à um acordo sobre o que aconteceu. Logo ela começa a pedir conselhos à seu mentor (Andre Braugher), que não lembro o nome do personagem, me processe.

Uns dizem que viram uma explosão, outros que não viram nada e também que de repente o avião se partiu.

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Claire e alguns passageiros desconfiam que estão sendo seguidos por agentes da companhia aérea. Então a mocinha decide ir além de sessões psiquiátricas e investigar o que realmente aconteceu naquele voo.

Uma pessoa da companhia aérea (David Morse) que também não lembro o nome e nem vou procurar (me processe novamente), faz jogo duro pra aparentemente esconder algumas coisas, mas como todo ser humano é curioso pra cacete, ela quer ir mais afundo.

Enquanto isso, nas sessões à domicílio de Eric, o garanhão faz altas investidas na gata, e ele leva consecutivos tocos, ao passo que sua vizinha (Dianne Wiest), outra que não lembro o nome da personagem (já sabe o que fazer, né?), a aconselha de fazer o contrário e dar uns pegas no cara…

No fundo ela se atraiu por Eric, mas o profissionalismo dela fala mais alto, e ela diz que é errado se envolver com um paciente. Eric fala umas duas ou três vezes que não é paciente nenhum, o que de fato vai tomando de conta da cabeça dela.

Engraçado que quando os dois estão conversando, a impressão que se tem é que ele quem faz terapia nela, e não o inverso. Às vezes ela se abre com ele e conta coisas que ela evita ficar lembrando ou falando.

Daí, depois de muitos foras, Eric, como uma naja, seduz e agarra a presa!

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Sério, a cena – que não é essa acima – que ele consegue beijar a moça é muito boa, ele joga bem, por isso usei a analogia da naja, que é uma cobra que seduz sua vítima antes de estrangulá-la, matá-la  e comê-la.

Ok, talvez Eric não tenha feito tudo isso, mas a analogia serviu…

E esse é o relacionamento amoroso da história. Vamos voltar ao mistério do acidente.

Cada vez menos pacientes vão à sessão de grupo e tudo começa a ficar muito misterioso, como esse cachorro que vive latindo para o Eric.

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Que animal lindo. Nossa, eu tenho muita vontade de ter um cachorro desse, acho que é um Husky Siberiano, se não for dane-se é lindo do mesmo jeito.

Mas é Husky Siberiano que eu quero ter...

Hum... *arram*... Voltando...

Pois é, esse cão era do Eric.

Bom, e aos poucos a verdade sobre o acidente vem à tona, e choca à todos nós.

Ok, talvez não choque tanto, mas ta aí pra tentar...

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Anne Hathaway evoluiu muito como atriz. Desde “O Diabo Veste Prada”, ela ganhou destaque e vem crescendo cada vez mais. Sua atuação como Mulher Gato será o seu ápice, creio eu. E aqui em “Passageiros” eu digo que ela faz um bom trabalho, apesar de básico e não exigir muito da atriz, ou de qualquer outra que pudesse ter feito o papel. Patrick Wilson faz uma atuação, digamos, ok, mas pelo fato dele ser muito charmoso e jogar sua qualidade em seu personagem, Eric chama atenção. Eu gostei muito do Andre Braugher, apesar de seu personagem ser bem secundário.

Estranhamente esse filme me faz lembrar da série Lost, não sei porque.

Assista ao filme e volte aqui pra me ajudar.

Como eu disse, esse seria um bom filme na Tela Quente, e eu gostei. É.

Agora eu vou é simbora!

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

American Pie: O Reencontro

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Relaxe, este artigo não contem SPOILERS, apenas introduções.

O mês de abril deste ano nos reservou uma outra grande estreia além de Os Vingadores. Trata-se de American Pie: O Reencontro (American Reunion, 2012), buscando as origens e bons personagens dos três primeiros filmes da franquia.

Obviamente é uma resposta aos outros 3 ou 4 filmes trágicos lançados após “American Pie: O Casamento”, que são nada mais que umas tristezas.

A ideia é simples, reunir a galera do colegial, saber o que cada um vem fazendo da vida, se tá bem, se tá mal, enfim… uma coisa que muitas turmas fazem ou fizeram.

Jim (Jason Biggs) é o de sempre, agora casado com Michelle (Alyson Hannigan) com quem tem um filho pouquíssimo explorado no enredo e ambos tem uma certa crise no casamento, aquele papo de que perderam o tesão um pelo outro etc…

Kevin (Thomas Ian Nicholas) é um engenheiro de certa forma bem sucedido, casado e não passa de um dono de casa, e no filme é o protagonista menos interessante, assim como nos primeiros clássicos da série. Oz (Chris Klein) é um apresentador de programa esportivo, é rico e como sempre, o pseudo-galã da franquia. Finch (Eddie Kaye Thomas) deixou de ser um nerd e agora é um desbravador e vive viajando pelo mundo. Acho que não souberam que conceito dar pra ele. Um diretor de filme faria muito mais sentido, uma vez que na época dos primeiros filmes, ele era o mais fantasioso e engenhoso de todos.

E um dos personagens prediletos de todos é o Stiffler (Seann William Scott), que mentalmente não cresceu e é estagiário numa multinacional.

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Dada essa breve introdução aos personagens, ‘vamo que vamo’.

Pelo visto, todos amadureceram e viraram donos de si, exceção ao Stiffler. Só acho que deveriam ter dado atenção à isso, afinal de contas, no Casamento vimos que o Stiffler teve um aprendizado, sofreu com seus erros e amadureceu, mas aqui, no Reencontro, ele volta a ser o idiota de sempre.

É o que vende, né? É o tipo da coisa: “não vamos mexer no personagem mais popular da série, ok?”

Aposto que foi isso que pensaram.

Jim, apesar de já ser casado, trabalhador e pai, ainda tem lições a aprender com o velho pai, agora viúvo. Não sei se isso cola muito bem, sei que um pai tem coisas a falar durante toda a nossa vida, mas lições como a que ele dava nos filmes anteriores chega a ser meio tolo.

Aliás, o Sr. Levenstein (Eugene Levy) protagoniza cenas hilárias com o Stiffler e a mãe do Stiffler, Janine (Jennifer Coolidge).

Outro personagem que não evoluiu tanto foi o Kevin. Esse, mesmo já sendo um dos mais responsáveis dos amigos e amando a esposa que tem, ainda alimenta um lance mal resolvido do colegial com a Vicky (Tara Reid).

Isso é muito patético!

O mesmo acontece com Oz, mas ele realmente amava e ama a Heather (Mena Suvari, que já não é tão ‘beleza americana’ assim), então pra ele eu dou um desconto.

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O humor é o mesmo dos três primeiros. Tudo envolve sexo, é claro, e concordo que tinha que ser.

Apesar de termos realmente cenas engraçadas, muitas piadas são meio batidas. Mas isso é porque essa fórmula de filme é também batida!

Essa ideia de jovens americanos vivendo pelo sexo, com cenas cômicas e embaraçosas, existe aos quilos em filmes norte-americanos.

Já que American Pie é uma franquia que trata disso, então não podiam correr de sua essência, e acredito que apesar de tudo, fizeram um bom trabalho.

Esse “apesar” eu me refiro a algumas situações bem forçadas, como simplesmente do nada Finch e uma antiga colega, Trisha (Dania Ramirez), decidirem fazer sexo no matagal. E a pior, na minha opinião, o dito cujo do Jim aparecer através de uma tampa de panela transparente.

Sério, é? Desnecessário demais!

Como sempre, o Stiffler ganha destaque como o melhor personagem, mesmo não sendo a melhor pessoa, mas Seann William Scott dá muito de seu talento ao maluco desde os tempos antigos, e acho que por isso ele foi o único ator do elenco que vingou em Hollywood.

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As velhas risadas com as confusões dessa galera são garantidas, mas vá de espírito aberto, nada sério. Vá com o intuito de se divertir com o humor que antigamente esse pessoal lhe proporcionava, e hoje em dia, com outros filmes, já não vê tanta graça assim.

American Pie: O Reencontro é um bom presente aos velhos fãs da série!

E eu vou simbora! Fui!

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sábado, 28 de abril de 2012

Os Vingadores

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ESTE POST NÃO CONTEM SPOILERS!!!!

Finalmente a espera chegou ao fim, e na última sexta-feira 27, estreou o tão esperado filme Os Vingadores – The Avangers (The Avangers, 2012). Como o nome já diz, é o filme que trata dos heróis do grupo homônimo, que pertence à Marvel (que por sua vez, pertence à Disney).

Vamos por partes. Falei no início que não vou soltar spoiler, e não o farei, mas vamos analisar o que precisar ser analisado.

Vamos começar pela grandiosidade do filme. Bom, desde “Homem de Ferro”, a Marvel vem dando sinais de que lançaria um filme dos Vingadores, com suas cenas pós créditos intrigantes e curiosas. O mesmo seguiu-se em “Homem de Ferro 2”, “O Incrível Hulk”, “Thor” e “Capitão América – O Primeiro Vingador”. Tudo isso para dar respaldo à história e aos personagens.

Então, quando oficialmente falaram que sairia o filme dos Vingadores, os nerds gritaram “OMG OMG OMG!!!” e os não-nerds falaram “caralho doido!!!”. E todos ficaram ansiosos por imagens, trailers, depoimentos e qualquer rastro que levasse ao filme.

E agora posso dizer com toda propriedade: valeu cada minuto de espera.

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Vamos aos personagens. Olha, eu não posso imaginar como esse filme poderia ficar melhor.

Cada personagem tem sua parcela (enorme) de responsabilidade dentro da trama. Capitão América, Thor, Homem de Ferro e Hulk dispensaram maiores apresentações e desenvolvimentos, pois tiveram seus próprios filmes. Gavião Arqueiro e Viúva Negra receberam um cuidado especial, pois cada um apareceu como personagem secundário em Thor e Homem de Ferro 2, respectivamente.

O que achei sensacional foi o fato do senhor Joss Whedon, diretor do blockbuster, não deixar nenhum dos 6 integrantes à margem. Todos são importantes, todos são protagonistas, não há líder ou principal. Eles são Os Vingadores, são um grupo, e isso foi muito bem abordado!

Queria deixar claro que inclusive o Loki está sensacional. Ele está excelente e é aquele vilão que você até simpatiza!

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E quanto a ação e efeitos especiais?

Olha, quem me pergunta eu sempre falo que o meu filme de ação predileto foi Transformers (1). Mas tenho que admitir: Os Vingadores desbancou.

O filme não tem pressa de acontecer e a ação acontece com muita naturalidade e em seu devido tempo, diferente de Transformers, que à todo momento uma ação de saltar os olhos cai em seu colo. Aqui, apesar do filme ter ação praticamente todo o tempo, você não vê aquela coisa “toma essa cena aqui pra você ficar boquiaberto com meu talento pra filmes de ação!!!”.

Os efeitos especiais estão maravilhosos, lindíssimos! O 3D está muito bem aplicado, enfim, não tenho o que falar disso. Assista ao filme e volte aqui pra concordar comigo.

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Só mais um adendo. Olhando os personagens assim reunidos, me veio à cabeça como deve ser difícil lidar com tantas estrelas do cinema reunidas, então eu volto a dizer que Joss Whedon fez um ótimo trabalho, colocando cada ator e personagem em seu devido lugar, e tendo a capacidade de dar importância igual à todos.

Em se tratando da história, vários heróis reunidos acostumados a atuarem sozinhos não iriam se dar muito bem de início, a não ser aqueles que tem uma linha de pensamento parecida, como por exemplo Tony Stark (Homem de Ferro) e Bruce Banner (Hulk), que são cientistas e calculam bem suas ações antes de axecutá-las. É natural que se dessem bem até certo ponto.

Mas apesar das diferenças entre os heróis, foram feitos links importantíssimos que deram força ao espírito de grupo, que deve nascer para de fato a equipe Vingadores nascer.

Só tenho 2 coisas pra falar que não foram muito bacanas.

A primeira é uma opinião mais pessoal, mesmo. Eu não gosto muito do Chris Evans no papel de Capitão América. Sei lá, ele tem cara de bobão e de Tocha Humana. Assim, o Tocha Humana cai como uma luva pra ele, já que o personagem é bonitão, playboy e abobado, coisa que o Chris Evans é e sabe fazer. Mas ok…

A segunda é o seguinte, a história não é lá muito surpreendente caso você vem acompanhando as novidades de Os Vingadores antes da estreia. Muito se falou da trama, do que vai acontecer etc, e na hora do filme tudo se fez acontecer e acabou não sobrando algo novo ou inesperado.

Mas é como dizem por aí. Melhor algo já esperado mas muito bem feito, do que algo inovador e que se mostra uma porcaria.

Bom, vamos encerrar.

Fica aqui a dica para um dos melhores filmes dos últimos anos. Você que é de acompanhar gibis/HQs/quadrinhos, tenho certeza que vai curtir demais, assim como você que só testemunha heróis pela telona, vai vibrar também! Falando nisso, juro, ao final do filme, muitos gritaram e aplaudiram!

Um ótimo trabalho feito pelos atores, pela equipe, pela produtora e pelo senhor diretor Joss Whedon, que deixou o terreno pronto pra sequência.

E eu vou é simbora!

P.S.: Homem de ferro, Hulk: EU AMO VOCÊS!!!!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

10.000 A.C.

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Tá aqui um filme que tinha tudo para ser muito bom, e se mostrou uma enorme decepção!

10.000 A.C. (10,000 BC, 2008) se passa na pré-história...

Vou ser redundante...

...se passa na pré-história e conta a história de D’Leh, e seu amor por Evolet.

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O filme tem início com uma profecia da tribo de D’Leh, posso dizer que são os Pataxós? Pataxós são legais, não são?

A profecia dos pataxós diz que um dia uma garota chegaria para mudar o futuro da tribo e entre eles, surgiria um grande guerreiro. Daí surge a menina, que é Evolet, com uma aparência tão artificial quanto as dos filmes de Tim Burton.

Eu odeio aquele bando de cor e exagero que o Tim Burton tem feito, como em Alice no País das Maravilhas, por exemplo. Mas ei, o diretor aqui não é o Tim Burton, ok? É o Roland Emmerich, que dirigiu “2012” por exemplo, um bom filme!

Pois é. Entre os pataxós, há uma tradição: a de caça aos mamutes. Aquele que consegue matar o mamute líder do bando, vira o líder da tribo. Clichê, mas ok, vale pela adrenalina.

Acontece que com o tempo, menos manadas vêm surgindo e começa o tempo de vacas magras, digo, de mamutes magros... enfim, a galera ta passando fome. D’Leh um dia, com muita sorte, mata o mamute, por acidente, e uma intriga tola e infantil de que ele não se considera digno de ser o líder começa. Mas o filme não dá importância alguma a esse fato, então nem nós daremos.

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Um certo dia, chega uma horda de homens a cavalo, que os tribais chamam de “demônios de quatro pernas”, ou algo assim... Mas que coisa mais boba. São apenas homens montados em animais, pra quê inventar isso? Deviam então chamar coelhos de “demoninhos fofinhos de quatro pernas”. Sério, inútil isso... Sei que a humanidade na pré-história não era super inteligente, mas não saber distinguir um homem montado? Idiotice, senhor diretor...

Pois é, esses caras chegam detonando tudo sem motivo algum aparente, e raptam Evolet entre outros, daí chegamos ao ponto em que a história fica mais clichê que tudo. Tenho certeza que você já sabe. D’Leh vai perseguir os caras pra resgatar Evolet! TA-DAM!!!

Claro, pelo fato da história ser um clichê total, você também já sabe que ele consegue resgatar a moça.

Durante todos os cartazes e imagens veiculadas deste filme, sempre há uma foto de D’Leh enfrentando um tigre dentes de sabre. De fato ele encontra esse tigre, mas ele não enfrenta o bichano, ele o salva de um afogamento e após isso, o animal poupa a vida do cara, e isso se resume à uns 2 minutos de participação total do tigre. Porque tanto marketing em cima dele, então?

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Ma bene, isso acontece em uma outra tribo. Os Guajajaras.

Os guajajaras também têm uma profecia: a de que um grande guerreiro surgiria quando este conversar com um dentes de sabre, ou algo do tipo, e esse guerreiro lideraria um exército pra enfrentar os demônios sei lá de onde para a libertação do povo e bla di bla di bla...

Ok, D’Leh agora se vê envolvido em duas profecias! Que grande droga heim? Confundir a cabeça do público é uma péssima idéia.

Então... muitos guerreiros de muitas tribos, sabendo dos rumores, se juntam na busca de D’Leh. Agora tem pataxó, guajajara, yanomami, xingu, xavante... várias tribos reunidas pra uma festa na fogueira guerra.

É, to por dentro da cultura brasileira, rapaz...

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Pois é, mas levam Evolet pro Egito, ou um lugar que deveria ser o Egito, e nosso campeão vai até lá.

Chegando lá... mas que vergonha, só tinha maconha, os maconheiro tavam doidão, pra comer feijão...

*cof cof*

Deculpem, eu viajei com esse ‘chegando lá’. Sempre lembro dessa música quando vejo um ‘chegando lá’.

Ok, voltando. Chegando lá (mas que vergonha... kkk) Evolet é envolvida em uma nova profecia!

Que saco, cara! 3 profecias? Acontece que Evolet tinha umas cicatrizes nas mãos, que mostravam a marca não sei do quê, e que um GRANDE GUERREIRO viria atrás da mulher com essa marca, um guerreiro que destruiria esse império.

Adivinhem quem? Claro, D’Leh!

10,000 BC

Bom, deixa eu dar uma opinião agora.

10.000 A.C. é uma decepção pré-histórica. Personagens clichês, história clichê, efeitos especiais fracos, diálogos nada interessantes e muitas profecias. Pra quê esse bando de profecia? Isso confunde a cabeça do espectador. Hora não sabemos qual profecia está sendo concretizada, ou se são todas ao mesmo tempo. E o pior, se é uma profecia, é porque temos que lembrá-la durante o resto do filme, e três delas chega a ser enfadonho.

Não temos nenhum ator famoso de verdade neste filme. O rosto menos estranho é o de Cliff Curtis, o homem que faz o Senhor do Fogo Ozai com cara de paizão que falei no post passado. Aqui ele faz um personagem chamado Tic’Tic, o líder dos pataxós até então.

Tic’Tic? Tá brincando comigo? Acho que não dá pra levar a sério um cara chamado Tic’Tic, mesmo ele sendo um grande líder tribal.

Lá pelas tantas, a Velha Mãe, feiticeira da tribo de D’Leh demonstra poderes só agora no final sem mais nem menos, e salva a busca. Sinceramente isso soou ridículo.

Então, em vez do herói ser comido por um tigre dentes de sabre e por fim tornar-se um grande guerreiro de várias profecias, sabemos que ele tem sucesso na cruzada graças a intervenção da velha, o que tira bastante da força do personagem, e o deixa bem mais desinteressante do que já é.

Como eu falei na primeira frase desta postagem. 10.000 A.C. tem um ambiente tão rico, que poderia fazer um filme tão bom, mas se mostra um monte de bagunça e esculhambação chata.

Vale apenas para conhecer um mundo de culturas ””””””””””novas”””””””””” e a aventura.

E eu vou é simbora!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

“Avatar–A Lenda de Aang” (série animada) VS “O Último Mestre do Ar” (filme)

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Prestem bem atenção no título deste post.

Hoje eu vou comparar a série animada (desenho) “Avatar – A Lenda de Aang” com o filme baseado na série, “O Último Mestre do Ar”.

Ignorem o que falei no post inicial, que quando eu estiver escrevendo crítica sobre algum filme, eu não comparo nem faço alusão à fonte do filme. Como eu disse, ignorem, pois esta postagem não é uma resenha sobre o filme, e sim um comparativo mesmo!

Porque eu estou fazendo isso?

Bom, a série “Avatar – A Lenda de Aang” na minha onisciente opinião é o melhor desenho já criado no planeta! Eu tenho um top 3:

1º Avatar – A Lenda de Aang. 2º Os Cavaleiros do Zodíaco. 3º Caverna do Dragão.

Pelo fato de eu ter uma afeição descomunal com este desenho, eu me permito comparar, já que o senhor M. Night Shyamalan resolveu fazer um filme baseado na série.

Queria avisar que nesta postagem me permiti soltar uns xingamentos. Se não gostar, me processe.

Agora deixa eu falar o que eu penso e descer o cacete!

Yip-yip!

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Vamos por partes, ok?

1º O título do filme.

Em julho de 2010, entrou em cartaz o filme “O Último Mestre do Ar”. O título original é The Last Airbender, como se pode ver no cartaz acima. Na tradução correta, seria O Último DOBRADOR de Ar, e não mestre! Durante toda a série animada, que passou na Nickelodeon e um pouco na Globo, as pessoas que faziam a “mágica” de controlar os elementos naturais, eram chamados de ‘dobradores’, e não ‘mestres’.

Na tradução para o Brasil, ficou uma merda, pois eles quiseram deixar a coisa meio tradicional, já que envolve artes marciais. Mas que saco, porque não usa o nome correto? Se o filme é baseado em alguma coisa, porque não vê como é lá?

Só porque o cara controla o fogo, por exemplo, não quer dizer que ele seja mestre. O desenho deixa bem claro que você nasce com o dom, mas precisa treinar e estudar para poder controlar. Isso significa que nem todo mundo é mestre! O desenho sempre usa “dobrador”. Faz muito mais sentido, pois todo mestre é dobrador, mas nem todo dobrador é mestre! Custa fazer o certo?

Isso eu falei do título em português. E quanto ao inglês, tá perfeito?

Não.

“ah Fernando tu é uma putinha!”

O nome da série é Avatar – A Lenda de Aang ou Avatar – O Último Dobrador de Ar. Não foi permitido que eles usassem o nome “Avatar”, pois já estava registrado um filme com esse nome. Sim, aquele dos caras azuis!

Não to culpando a produção do filme, eu entendo, chegaram tarde demais, mas o nome da série é Avatar e pronto. Aang é o avatar! Esse nome teria feito muito mais sentido neste filme do que no filme dos azulões, pois avatar é a personificação de algo. Tem algo de espiritual na coisa. Aang é a “ponte” entre o mundo dos espíritos e o mundo normal. Além de ser o único capaz de dobrar os 4 elementos, o avatar tem todas as suas vidas em uma só. Só nasce um de geração em geração, sendo que o nascido é a reencarnação de todas as suas vidas passadas.

Quer algo mais “avatar” que isso?

Merda de diabos azuis!

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2º A trilha sonora.

Eu sinceramente não entendi porque não usaram a trilha sonora da série, no filme!

A Nickelodeon estava envolvida na produção do filme, claro! Até os dois criadores do desenho estavam! Se lá estava a Nick, porque inventaram uma trilha sonora totalmente nova pro filme?

Porque fizeram isso? As músicas do desenho são tão boas, tão legais, tão a ver, e tão bem ambientadas nesse universo que se colocassem outras, por mais que fossem melhores elaboradas, não ficariam tão legais quanto as originais!

Porra, quem assistiu esse desenho todo sabe do que eu to falando! A música tema é uma das melhores trilhas sonoras que já ouvi na vida!

Em vez disso, no filme criaram uma trilha sonora totalmente nova. Pouco envolvente, chata, sonolenta, não chama atenção, obscura e facilmente esquecível!

Uma merda de trilha sonora, nada a ver com o universo de Avatar!

Trilha sonora da série nota: MIL! Trilha sonora do filme: 1,0

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3º Atores x Personagens

Pra mim essa foi a pior coisa que o filme fez! O ponto em que M. Night Shyamalan, diretor do filme, e sua equipe mais pecaram! QUE MERDA DE ATORES VOCÊS ESCOLHERAM HEIN?

Não tenho absolutamente nada contra os atores escolhidos, estou falando da aparência apenas. Se você quer fazer um filme baseado em alguma coisa, tente ser o mais fiel possível na descrição dos personagens, caso contrário a crítica e os fãs da série vão cair matando! O que é ocaso.

Ok, a Princesa Yue da Tribo da Água do Norte está fiel ao desenho. Mas vamos dar uma olhada nos outros personagens, que aliás são os PROTAGONISTAS da série?

Vem comigo…

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Essa menina era pra ser a Katara? Tá de brincadeira comigo né, ô produção?

A Katara do desenho é morena e tem olhos azuis. A do filme é branquinha, cabelo castanho claro e tem olhos verdes!

Não. Definitivamente não! Próximo!

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O que o Jasper Cullen, irmão do purpurinado Edward Cullen, tá fazendo no papel de Sokka? BLASFÊMIA!!! Sokka é um dos melhores personagens, não merece esse castigo!

Vocês não podem ver, mas estou arrancando meus cabelos, comendo minhas unhas e chorando sangue com essa parte do post.

Vamos dar uma olhada nos vilões, quem sabe a gente pode ter algo melhor…

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Retiro tudo o que disse. O que esse marajá indiano tá fazendo como o comandante Zhao? Porra, nada supera essas costeletas monumentais do Zhao original! E no filme, o máximo que esse ator aí mudou, é que ficou com um cabelo estilo Elvis, juro!

Estou inconsolável. Vamos tentar um vilão de verdade, o Senhor do Fogo Ozai!!!!!!

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Hã? Quê?

Botaram um ator com cara de paizão pra fazer o Senhor do Fogo, quando na verdade o original do desenho é o pior pai da história dos pais! Vamos vê-lo de um outro ângulo?

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Não falei que é o maior paizão? Sintam o ímpeto do Senhor do Fogo original, a presença dele! Agora olhe pra esse Ozai do filme. Essa carranca de quem tá segurando um peido não assusta nem o Momo!

Digite algo como “Momo Avatar” no Google e verás que o Momo é a criatura mais indefesa e medrosa e fofa que se pode imaginar.

Que bosta de elenco heim?

Vamos dar uma olhada nos maiores protagonistas.

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Acho que vou me vomitar.

Melhor, vou bater com a cabeça aqui na mesa até abrir um rombo tão grande pra assim ter a capacidade de entender o que M. Night Shyamalan tinha na cabeça quando chamou essa cambada de indiano pra fazer personagens tipicamente carrancudos e agressivos!

M. Night Shyamalan é indiano.

E esse moleque que faz o Príncipe Zuko é o mesmo de “Quem Quer Ser um Milionário?”. Agora me digam, o quê do Zuko original tem nesse rapaz?

Nem o branco do olho! Sério!

O Zuko da primeira temporada (que é a retratada no filme) é careca e usa só um coque de cabelo, fora a cicatriz, que é a primeira coisa que vemos nele. Olhem nos olhos do Zuko original. Vejam a intensidade do olhar dele! Cadê isso naquele zoiudo daquele ator? Esse é o personagem que eu mais detestei em adaptação na história das adaptações. Claro que o fato do Zuko ser meu personagem predileto da série ajuda nessa minha opinião.

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AE!!! Pelo menos o Avatar Aang ficou legal! Adorei a escolha do ator e o estilo da tatuagem de monge dobrador de ar, ficou muito interessante mesmo!

Mas, como tudo tem um defeito neste filme, olhem para a cara desse pirralho, e depois olhem para o rosto do Aang original. Perceberam alguma diferença?

…

…

Olhe novamente…

…

Lembrem-se desta foto pois falarei dela mais tarde…

Mas antes, compare os protagonistas todos de uma vez!

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E aí, concorda comigo? Nem mesmo com a foto do Zuko na última temporada da série animada, o ator “Milionário” conseguiu ficar parecido.

Danem-se esses atores, dane-se a escolha deles, dane-se M. Night Shyamalan, dane-se esse filme!

Vamos logo acabar com isso, porque já estou cansado e puto!

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4º A personalidade de cada um.

Olha, errar na escolha dos atores foi o maior pecado deste filme, mas algo conseguiu me deixar putaço também!

Porque os personagens do filme são todos carrancudos, e têm cara de bunda?

Porra! O Sokka é o inteligente da turma, genioso, além de ser o maior piadista! Botaram Jasper Cullen pra fazer o Sokka!!!! Esse cara faz um personagem em Crepúsculo que parece que ele tá sempre com um nabo quente enfiado bunda. Sério, podem assistir e voltem aqui pra concordar comigo!

No filme, ele TENTA soltar no máximo umas 2 ou 3 piadinhas, muito das sem graça, um humor filho da puta que não faz nem um guri de 7 anos sorrir, eu aposto! Esse ator não tem o mínimo de talento pra fazer personagens descontraídos. E a maior parte do humor da série original fica por conta do Sokka!

Lembram da foto comparando o Aang do filme com o do desenho?

Viram a mesma diferença que eu? O pirralho parece de luto eterno, e olhem lá a cara de alegre que o Aang da série tem! E olhem também na foto seguinte, a que tá todo mundo!

Putz, a personalidade do Aang foi deixada de lado!

O Aang de “Avatar – A Lenda de Aang”, é um garoto alegre, brincalhão, e só leva as coisas à sério quando elas realmente já extrapolaram!

Este Aang do filme não usa seu planador nem pra dar um loop no ar sequer!!!

Sem falar no amadurecimento que todos os personagens da série sofrem, principalmente o Zuko, mas esse não é o caso! A Katara, por exemplo, deixa de ser uma menina esperançosa e desesperada, para se tornar o centro, razão e uma das líderes do grupo! No filme ela começou desesperada e terminou desesperada. Que merda discreta vocês fizeram heim?

Mas eu percebi!!!!!

Puta que pariu, que ódio…

Vou enfartar!

Deixa eu ir embora que vou dormir mal humorado agora e a culpa é toda de M. Night Shyamalan e sua equipe.

E de vocês também!

Fui!

domingo, 8 de abril de 2012

O que devemos esperar de “O Hobbit – Uma Jornada Inesperada”?



Todo mundo que me conhece pelo menos um pouco, sabe que sou fã de carteirinha da mitologia de J.R.R. Tolkien. Tenho todos os livros que narram histórias na Terra-média escritos pelo professor, além de outras cositas mais, como quadros em meu quarto.
É, uns dizem que sou doido…
Há 11 anos atrás, tivemos a estréia de um filme baseado no primeiro livro da saga de O Senhor dos Anéis, intitulado “A Sociedade do Anel”. O filme é homônimo, mas é vulgarmente chamado de “Senhor dos Anéis 1”.
Agora, no dia 14 de dezembro de 2012, poucos dias antes do fim do mundo, teremos a oportunidade de ver um novo filme baseado em histórias tolkienianas: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada.
Pra quem não sabe, esse será o primeiro de dois filmes baseados no livro “O Hobbit”, do autor já citado, e como posso dizer que tenho certo conhecimento no assunto, vou dar uma adiantada do que veremos por aí.
Pra se situar: a história de O Hobbit se passa 60 anos antes dos acontecimentos de O Senhor dos Anéis. Então se liguem, o Anel ainda existe!!!
Diferentemente do que você possa estar pensando, o livro O Hobbit não é separado, como O Senhor dos Anéis é em 3. O Hobbit é um único livro, mas com uma história rica, por isso, o roteiro para o filme foi dividido em duas partes.
O protagonista será Bilbo Bolseiro, tio do conhecido por todos nós Frodo Bolseiro. Bilbo vive na Vila dos Hobbits, mais especificamente em Bolsão (um espécie de província ou bairro), lugar que também já conhecemos. Ele sempre teve uma vida tranquila, até o dia em que seu amigo Gandalf o convida para uma aventura, uma jornada, com mais 13 anões.


Não vou encher o saco falando o nome de cada um deles, mas os principais valem citar!
Entre eles está Balin, quem após os acontecimentos desta história, torna-se Senhor de Moria. Moria é aquele reino dos anões sob as montanhas já abandonado e tomado por orcs que os aventureiros de A Sociedade do Anel se metem e enfrentam um Balrog (monstro de fogo).
Entendeu? Já sabe quem é Balin? Não?
Ok, eu espero você reler! vai, eu espero…
…
…
…
Ok? Beleza!
Pois é, já sabemos que Balin não tem um fim muito legal, mas não aqui nesta história, isso está claro, né?
Outro anão que podemos citar é Glóin. Este guerreiro é pai de Gimli, o anão amigo de Frodo e integrante da Sociedade do Anel, que vimos em todos os filmes de O Senhor dos Anéis! Ok, esse foi fácil, né?
E o mais importante de toda a comitiva é Thorin Escudo-de-carvalho. Thorin é nada mais, nada menos que o rei dos anões de Erebor. Este reino fica em uma montanha, como é de costume dos anões, a Montanha Solitária.
Porém, a busca de Thorin é o motivo da aventura: Erebor foi destruído e tomado por um dragão, e lá ele vive com todo o tesouro dos anões. Thorin e seu grupo busca vingança contra o dragão que matou todo mundo e claro, busca restaurar seu reino.
Então, temos os 13 anões, Gandalf e Bilbo! Esse grupo formará o BOPE da Terra-média.
Paralelo à essa história, Bilbo encontrará o Um Anel, famoso e motivo da trilogia de O Senhor dos Anéis.
Gollum aparecerá!!! TODOS VIBRA!!!
Não sei em que parte da história “Uma Jornada Inesperada” encerrará, afinal como eu disse, o livro O Hobbit é único e não dividido. Tenho meus palpites, mas como provavelmente vocês não conhecem a história, não vale a pena dizer aqui. Eu estaria estragando a diversão de vocês.
Daí vocês me odiariam mais do que já me odeiam.
Ou não.
Assista ao trailer oficial do filme aqui:
Que lindo, não?
De um coisa eu tenho certeza: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada ganhará muitos Oscars! Boa parte da equipe envolvida em O Senhor dos Anéis, está junta de novo pra esse novo trabalho!
Acho que isso é tudo, espero ter ajudado de alguma forma e que tenham achado interessante o que vem por aí!
É isso!
Simbora!!!