quinta-feira, 5 de abril de 2012

Guerra é Guerra

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“Guerra é Guerra” (This Means War, 2012) está prestes a sair do cinema, mas você ainda tem uma chance de assistir à um bom filme divertido!

Trata-se de uma mistura que eu diria que deu certo. É uma comédia romântica com ação.

Muito esperto, muito esperto! Com isso, o filme atingiria tanto aquela mina que adora filmes de comédias românticas, como aquele cara que curte mais umas pancadarias e explosões! Um filme perfeito pra todo mundo, casais ou solteiros!

Tuck e FDR são dois playboys agentes CIA que trabalham em um caso internacional e são melhores amigos. Tuck (Tom Hardy) é o tipo do cara pai de família solteirão em busca de alguém pra completar sua vida, e FDR (Chris Pine) é o comelão, pegador, baladeiro, gostosão.

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Lauren (Reese Wintherspoon) nada mais é que uma encalhada em busca de um namorado, afinal seu último a deixou a ver navios. O amor não superado dá a ela motivação pra encontrar o príncipe encatado em Los Angeles, por isso não precisa vir num lindo e majestoso alasão branco, pode ser uma máquina com mais de 100 cavalos de potência...

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O problema é que os dois, coincidentemente, se apaixonam pela mesma mulher!

É tão cômico ver os amigos tentando se superar pra conquistar a moça, cada um usando seus artifícios de espiões para se dar bem, seja instalando escutas e câmeras na casa dela, ou estragando os encontros um do outro, além de usarem até mesmo suas equipes de apoio para saber tudo sobre a garota da Avon.

Um exagero de ciúmes? Talvez! Mas pense bem, se você fosse um agente espião da CIA com todos os recursos que esses caras têm, será se você não faria o mesmo?

Enquanto os dois disputam a mão bem tratada pelos cosméticos da Avon, eles têm que cuidar do caso em que estão envolvidos, que aliás o mafioso, Heinrich (Til Schweiger), ta indo pros EUA buscar vingança dos agentes.

Lauren não sabe com quem deve ficar, pois os dois são demais, por isso é aconselhada por uma amiga para sair com os dois até se decidir.

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Hum, essa é uma parte interessante do filme...

Vão pro cinema saber com quem ela fica no final e quais “as peripécias em que essa turma muito divertida se mete”

É, essa foi uma tentativa de imitar o cara anunciando um filme da Sessão da Tarde.

Sei que não sou bom em contar piadas, não é preciso jogar na minha cara. Mas ei, não to dizendo que esse filme é pra sessão da tarde, até mesmo por causa da cena acima, né? A piada foi ruim mesmo...

Bom, agora falando sério.

O filme é realmente muito engraçado, fazia tempo que eu não me divertia tanto com um filme. Guerra é Guerra deixa bem claro desde o início que não deve ser levado a sério, realmente desde o início, mas apesar disso, todo o trabalho foi muito bem feito, como as cenas de ação que foram muito bem coreografadas, executadas dando muito realismo.

Reese Wintherspoon é o nome mais famoso do elenco. Falar em elenco e personagens, eu só tenho uma crítica ruim.

Os personagens são totalmente clichês e usam atores que acabaram caindo nesses moldes. Por exemplo: Chris Pine, o espião pegador, já fez um capitão jovem e também pegador em Star Trek. Wintherspoon sempre faz comédia romântica, e sempre é a bonitinha fofinha.

Então personagens assim, a bonitinha perfeita que terá um namorado perfeito, um bonitão responsável homem que toda mulher deseja, o galã pegador que aprende sobre o amor e se torna alguém melhor, a amiga conselheira que já tem experiência com homens e sexo... falem a verdade, todos vocês já não assistiram pelo menos 3 filmes com gente assim? Existem toneladas de longas hollywoodianos desse jeito!

Espectadores mais treinados e acostumados com esse tipo de filme, já sabem com quem ela vai ficar e como tudo termina.

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Mas, por outro lado, o roteiro é inovador, a idéia é nova. Até então não tínhamos um filme com essa temática de ação e comédia romântica juntos, que na minha onisciente humilde opinião, deu muito certo!

Acredito que Guerra é Guerra cumpriu muito bem seu papel! Muito recomendado!

E eu vou simbora!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

John Carter – Entre Dois Mundos

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Eu não sei se vocês assistiram, mas semana passada passou uma matéria sobre “John Carter – Entre Dois Mundos” (John Carter, 2012) no Jornal da Globo. A matéria falava que essa super produção foi um fiasco de bilheteria.

Eu entendo que o filme não é dos melhores, mas a crítica especializada caiu matando. E aposto que esse filme não vai ganhar nenhum prêmio.

Disso tudo só podemos tirar uma lição: filmes com grandes produções que envolvem alienígenas sofisticados não valem a pena! Por mais legal, envolvente ou interessante que o filme possa ser!

Quer um exemplo? “Avatar”! O filme de James Cameron custou milhões, e apesar de ter sido um recorde de bilheteria, não ganhou praticamente nada de prêmios! Quem papou tudo, naquele ano, foi “Guerra ao Terror”.

JOHN CARTER

Daí temos John Carter, um ex oficial do exército americano da guerra civil, que só quer saber de ser livre, tomar pinga e ser rico. Paralelo a isso, temos acontecimentos no planeta Marte, onde duas sociedades estão jogando poker apostando o controle do mundo, habitado por parentes pelancudos e magricelas de Goro e Kintaro...

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Pelo amor de Liu Kang, não me diga que você não sabe quem são Goro e Kintaro!

E pelo visto esses aliens têm um parentesco longínquo com o Shrek também, podemos ver pela cor da pele.

Além dessa espécie, temos a dos habitantes das sociedades que estão em guerra. São igual humanos, apesar de mínimas diferenças, como pele ultra bronzeada.

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Hum.. *cof cof*

Bom, falando sério agora.

Eu acredito que a produção deste filme tirou uma lição de Avatar. Uma das coisas pelas quais Avatar recebeu mais críticas negativas, foi o excesso de efeitos especiais. Apenas personagens secundários eram pessoas, então os críticos não gostaram, afinal de contas não haviam atores ou paisagens reais. Atores virtuais não servem para serem vistos como ATORES. Então aqui, trocaram os papéis, aliens vão para o segundo plano, pessoas são protagonistas. Muito bem!

Taylor Kitsch, o Gambit em “X-Men Origens: Wolverine”, é John Carter, o protagonista. Lynn Collins, a Kayla Silverfox também de X-men Origens: Wolverine, é Dejah Thoris, a mulher da foto acima e princesa de uma sociedade.

UAU, dois X-Men!

Além do mestre Mark Strong, no papel do vilão Matai Shang, ou Zórdão, como preferir.

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Sou fã do Mark Strong, ele está entre meus 10 atores prediletos. Um dia farei uma lista.

Pois é, depois de acontecimentos bizarros e sem lógica, Gambit vai parar em Marte, e lá devido a algum motivo igualmente bizarro envolvendo a atmosfera do planeta, ele fica mega forte.

Ele vai parar entre os parentes de Goro e Kintaro, mas logo se vê envolvido na guerra civil do planeta. Tudo por causa de uma mulher atraente. Como o cinema adora bater nessa tecla, né? Mas ok, pela Dejah valeria a pena!

Por motivos também bizarros, ilógicos e confusos, Zórdão usa um outro vilão, o rei de um dos povos da guerra, os considerados maus.

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E em determinado momento, Gambit enfrenta dois monstros das neves! Só que do deserto.

Sinceramente, a história desse filme é bem clichê e boba, o que vale mesmo é a aventura.

A história se desenvolve lentamente e têm casos desnecessários, o que alarga o filme, e adia acontecimentos importantes. Isso deixa alguns espectadores cansados. Mas como eu disse, vale a aventura!

Gostei muito do final do filme, aliás, do filme em geral. Mas apenas isso. Não chega a ser um filme empolgante, sabe? Foi legal ver mais uma espécie de alienígenas nos cinemas, e que vive em um ambiente hostil e selvagem. Os efeitos especiais também não são lá essas coisas, não é como em Avatar, por exemplo, que aqueles gigantes azuis parecem ‘realmente reais’ e em “Motoqueiro Fantasma 2”, que (ouso dizer) são os melhores efeitos ESPECIAIS que já vi numa telona.

É, John... sinto dizer, mas seu filme não lhe renderá nada, mas obrigado pela diversão.

E eu vou é simbora!!!

terça-feira, 27 de março de 2012

Jogos Vorazes

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Ok Ok! Essa semana foi bastante comentada com relação à cinema! Estreou na última sexta-feira o filme Jogos Vorazes (The Hunger Games, 2012), que inclusive ocupou lugares entre os tópicos mais comentados do Twitter.

Ao que parece, esse é a nova saga adolescente, já que Crepúsculo está chegando ao seu fim! E como cheguei tarde demais pra aloprar com a saga mais ridícula da história do cinema Bella e companhia, vou me apegar a algo novo.

Soube também que realmente será uma saga, já que a história conta com 4 livros. É isso mesmo? Isso indica que teremos mais três filmes da série. Mas, como deixei bem claro desde o primeiro post, eu não faço relação nenhuma com a fonte em que o filme se baseou. Só comento sobre o filme e nada mais! Portanto, também nada de comentários mencionando que no livro é diferente ou mais coerente, ok?

O filme foi pra telona ousando como Harry Potter ousou. Um grande filme sem grandes atores.

Apesar disso, tinha rostos conhecidos lá, nada mais que isso. Como Stanley Tucci, Wes Bentley, Donald Sutherland, Elizabeth Banks (como conseguiram te deixar feia, hein? DAMN!) e três novidades: Liam Hemsworth, irmão mais novo de Chris Hemsworth o Thor, Isabelle Fuhrman, a menina que fez “A Órfã” (eu torci por ela) e pasmem… Lenny Kravitz!

LENNY KRAVITZ!!!

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Meu mundo dos sonhos é um lugar onde Lenny Kravitz não seja chamado de rock. Então o filme já começou mal, podemos combinar?

Ótimo.

Não se preocupem, não vou dar grandes spoilers!

Houve momentos em que me senti assistindo um filme do Restart...

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Não falei?

Isso não é nada perto do que vocês podem ver durante o filme...

Só falei de coisa ruim até agora né? Tá, vou dar um trégua.

Apesar de tudo, eu tenho que ser sincero. A idéia da história é sensacional!

Cada Distrito, um total de 12, tem que mandar dois jovens para a Capital para disputar os Jogos Vorazes, com o intuito de manter o controle e ao mesmo tempo dar esperança à cada distrito, dá pra entender?

Esses jovens, um menino e uma menina de cada, são colocados numa arena, e de lá, somente um pode sair, e só há um modo disso acontecer: matando os outros 23 competidores.

DO MAL!!!!!

Sério, curti mesmo o espírito da coisa!

A nossa protagonista é Katniss Everdeen.

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Uma garota responsável e talentosa com um arco na mão. Seu companheiro é Peeta Mellark, um garoto esperto.

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Só acho o seguinte, a idéia é ótima, mas achei que foi tão mal aproveitada... O filme é longo, acho que umas duas horas e meia, e demora muito tempo pra de fato começar os Jogos, a verdadeira coisa! Acho que uma hora e meia, mais ou menos! Cansou muito!

Agora, teve uma coisa pior que isso no filme.

Não sei se é uma tendência, mas isso ta se tornando frequente e chato. Romance forçado!

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Peeta sempre foi afim de esquentar o edredom com Katniss, só que ela não dava a mínima pro rapaz. O sentimento se revelou enquanto os dois se preparavam para os Jogos, e o mentor da menina praticamente influenciou ela à dar uma chance ao cara.

Daí, que no meio da matança, ela se sensibiliza e dá um beijo em Peeta.

Olha, esse filme teria sido bonzinho se não fosse por esse romance, viu?

Eu sou totalmente contra inventar lógicas absurdas em histórias, como essa!

Caramba, imagine só você, em uma arena em que outras pessoas te caçam, te buscam para te matar, uma batalha pela sobrevivência, você vai pensar em namorinho? Vai se preocupar em dar ou não uma chance à alguém? Em dar um cantada? Em pensar na proposta de outra pessoa?

Fala sério, eu só queria saber de sair dali vivo a qualquer custo, e acho que isso é o que você faria também! Deixa pra pensar em namoro quando – e se – sair dali!

Eu tenho certeza que esse romance foi inventado pra comprar as adolescentes que sonham com um namorado mesmo nas horas mortais, um namoro de conto de fadas, mesmo que o conto seja de terror!

Que saco!

Vamos mudar de assunto, vamos falar de mortes.

Bom, a pancadaria rola numa arena, mas achei que faltou algo mais sanguinário! Achei que ficou faltando uma luta realmente boa, sei lá, um duelo! As cenas de luta que vemos são muito sem graça! Cadê a criatividade, diretor???

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Aliás, essa cena é muito triste.

Rue é só uma criança, e nessa cena, podemos ver o quanto o Jogo é cruel, pois a matança é indiscriminada.

Muito boa essa cena, e esse tipo de coisa me deixa realmente triste, uma criança assassinada, inocente e apenas querendo continuar viva.

Desculpem por esse leve spoiler! Mas você já deveria saber, se é um jogo de vida ou morte em que só um pode sobreviver, todo mundo que você repare, deve morrer.

Então acho que não tenho mais nada pra falar.

A única coisa que gostei foi da idéia, do espírito da coisa.

...

...

Um romance no meio de uma matança...

Sério, é?

...

Fui simbora!!!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Bruna Surfistinha

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E aí rapazeada cinéfila, tudo pra cima? Não? Então ta...

Bom, hoje falarei de um dos filmes mais... estranhos dos últimos tempos. “Mas porque estranho, Fernando?”. Isso porque ao mesmo tempo que é um bom filme, ele é péssimo. Vamos dissecar minha afirmação...

Bruna Surfistinha (2011) é um filme nacional baseado em fatos reais que conta a história da ex puta garota de programa, Raquel, popularmente conhecida como Bruna Surfistinha.

Tan-daaan!!

No elenco, temos 3 estrelas, sendo Deborah Secco (Raquel/Bruna - ai, ai..), Cassio Gabus Mendes (Hudson) e Drica Moraes (Larissa). Fora outros personagens secundários, porém de grande relevância!

Nesse post vou fazer diferente, vou separar pontos positivos e negativos, ok? Lembrando que este artigo reflete apenas a minha suprema humilde opinião sobre tal filme!

Vamos aos pontos positivos.

Deborah Secco sem dúvida é o maior destaque do filme. Não pelo fato dela já interpretar a personagem principal, mas sim suas qualidades como atriz. Ela ta no auge de sua carreira, aqui ela mostra que se tornou uma ótima atriz, coisa que antigamente... quem assiste novela há um tempinho, sabe que ela não era das melhores.

Além de fazer um ótimo trabalho, ela mostra muita competência, caráter e principalmente coragem para fazer cenas fortíssimas de sexualidade explícita! Ouso dizer que esse filme nunca passará na TV aberta, e se passar, vai ser no Corujão ou então muito editado e cortado.

Por vários e vários minutos ela fica praticamente nua, mostra peito, bunda, se esfregando em homens dos mais diversos e se expondo ao extremo!

E aliás...

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*arram*

Como vocês podem ver, eu não estou mentindo, e olha que essa imagem eu nem colocaria censura de idade perto das cenas que ela protagoniza no filme. Emmanuelle ficaria envergonhada!

Ah minha infância... eu adorava Emmanuelle nas madrugadas de sábado... Eu ficava acordado só pr...

Afff!

Continuando...

Não só Deborah Secco, mas todos os atores do filme dão um show! Tanto os principais como os secundários, principalmente!! É muito bom saber que, apesar do filme ser pura sacanagem, todos fazem um trabalho muito sério e bem feito!

Outro ponto positivo do filme é a trilha sonora. Muito boa mesmo, as músicas foram sabiamente escolhidas! As músicas são muito bem encaixadas nas horas certas e todas combinam com suas respectivas cenas.

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Por último, nem tudo é putaria! Apesar do filme falar de sexo, prostituição, drogas etc, o filme tem sua dose de humor! Isso é bom, mostra que o roteiro não se preocupou apenas em vender a sexualidade, e se preocupou em fazer os espectadores se divertirem também!

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Bom, mas esses pontos positivos são ofuscados perto dos...

Pontos negativos

Eu acho o seguinte. Se uma pessoa toma decisões importantes, ela deve ter motivos igualmente importantes pra isso. Raquel/Bruna toma a maior decisão de sua vida ainda muito jovem.

Raquel é uma garota adotada por uma família de classe média e tem tudo o que muitos jovens precisam... Tem um computador, estuda em uma boa escola, tem instrução, conforto (diria até um pouco de luxo) e o mais importante, uma mãe que a ama.

Raquel só tem um problema. Fama de safada na escola! Isso porque ela fez saliência com um garoto, pegou a fama e outro se aproveitou do talento chupador dela, tirou foto da sacanagem e postou na web.

Some isso ao fato dela ACHAR que sua família não gosta dela...

Com todos esses problemas REALMENTE HORRÍVEIS ela toma a SÁBIA decisão de fugir de casa para se tornar o que? O que? Puta Garota de programa!!! Uau, como você é esperta, Raquel!

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Olha, sinceramente, se eu fosse uma garota que pegou fama de boqueteira geral no colégio, o MÁXIMO que eu faria, era pedir pra minha mãe me trocar de colégio. Daí se ela realmente me amasse (o que no filme é o caso), minha coroa me matricularia numa escola nova.

Viu, Raquel? Isso é o que eu e milhões de pessoas fariam.

Mas não, pelo fato dela ACHAR que a família dela não a ama e ter fama de lambedora na escola, ela vai embora de casa pra fazer aquilo pelo qual ela ta fugindo: chupar e dar para estranhos e ser tratada feito objeto. É Raquel, você falhou em sua primeira lição de moral.

E o segundo ponto ruim desse filme é encarado no final.

Raquel, que na altura dos eventos já é a Bruna Surfistinha, sofre uma overdose de drogas e fica internada num hospital. Sai bem graças ao Hudson, um cliente que criou afeição por ela.

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Aliás, que ingrata essa garota é, hein? No filme todo o Hudson estende a mão pra ajudar e tudo que ela faz é negar o cara.

Pois é, continuando, ela sai do hospital depois de altamente drogada, um lixo, mas no final, aparece ela querendo dar a volta por cima pra sair dessa vida.

Vida aliás que ela escolheu! Que merda! Bruna, você é muito idiota!

Pior ainda, neste final o filme tenta passar uma lição de moral! Mas peraí, que lição de moral, cacete?

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Foi escolha DELA entrar para essa vida de prostituição e drogas, e no final ela se deu foi mal e ta tentando dar a volta por cima e sair dessa, ou seja, ela não venceu na vida, até então!

Que lição é essa que você tenta nos dar, Bruna?

Quando eu ter uma filha, eu não quero que ela aprenda nenhuma lição com você, ta? Nem minha filha, nem as filhas dos meus amigos, nem qualquer mulher que tenha aquilo que você tinha!

Que droga, Raquel.. Bruna, se enxerga!

Ufa!

De qualquer forma, fico feliz que você tenha saído dessa situação e hoje é alguém melhor. HA-HA

Agora, meus amigos, vão assistir o filme, como eu disse, é bom e é ruim mas é legal, entendeu?! Vale a pena!

Fui simbora, abraços!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Blog em manutenção!


E aí galerinha, como vão todos? Hum, bom saber...
Bom, como vocês devem (ou não) ter percebido, o blog está em manutenção. Vai ter um layout novo, mais organizado e bonito.
O blog está ganhando um novo design desenvolvido pelo grande parceiro Rodrigo @vortis. Foi uma zanga danada colocar aquele Shrek ali, porque ele odeia o ogro. Pode, uma coisa dessa?
Mas como o xerife e quem tem arma sou eu, ele foi um bom garoto e colocou lá.
Mas sério, tá ficando demais!
Então pessoal, desculpem pela confusão momentânea, mas não fiquem tristes!
As posts continuam ativos e vocês podem comentar também! Portanto podem continuar lendo os artigos, ok?
Agora, vou simbora!
Abraços.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei

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Antes de eu falar sobre esta obra de arte, eu queria registrar um protesto. Quem me conhece, sabe que eu sou crítico pesado contra as traduções dos títulos de grande parte dos filmes, do nome original para o português aqui no Brasil. Por exemplo: o próprio filme que escrevi da última vez. "Underworld", deveria se chamar Submundo aqui no Brasil. Em vez disso, eles deram o nome de "Anjos da Noite". (?)

Outra coisa que detesto é adicionar nomes que não estão originalmente lá, como "Red - Aposentados e Perigosos", sendo que o filme chama-se apenas "Red". Essas coisas entregam o espírito do filme e antes mesmo de você assisti-los, já sabe do que se trata. O filme de hoje também é assim. Olhem o cartaz. É apenas "Appaloosa", mas aqui, decidiram colocar "Uma Cidade Sem Lei". Agora vocês já sabem que Appaloosa é uma cidade, e não um sobrenome de alguém ou uma nave espacial, e além disso, já sabem que lá o pau fecha! Sem graça né?

Mas às vezes os caras acertam. Em uma das raríssimas vezes que isso aconteceu, posso citar "Crouching Tiger, Hidden Dragon" que deveria ser algo como "Tigre Agachado, Dragão Escondido" e aqui ficou simplesmente "O Tigre e o Dragão". AWESOME!!!

Dito minha opinião PESSOAL sobre o assunto, vamos ao artigo do filme.

Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei (Appaloosa, 2008) é um filme faroeste que conta com um elenco de peso! Ed Harris, Viggo Mortensen, Reneé Zellweger, Jeremy Irons e Timothy Spall são grandes nomes do filme.

O longa conta a história de uma dupla sertaneja de cowboys, Virgil (Harris) e Everett (Mortensen), que são chamados à uma cidade. Adivinhem qual?

Sim!!! A cidade sem lei, Appaloosa! Estão surpresos? Aposto que sim!

Acontece que nessa cidade tem o fazendeiro Randall Bragg (Irons) que está aterrorizando, e a dupla já faz esses serviços há muito tempo.

Eles tornam-se xerifes da cidade para botar ordem na casa, ao passo que chega uma mulher, Allie French (Zellweger), e balança o coração os amigos. Ela tem uma relação com Virgil, mas dá mole pro Everett. Temos aqui um triângulo.

Enquanto isso, o conflito com Bragg come solto.

Allie não é das mulheres mais confiáveis, isso mostra diversas vezes no filme, e Everett tanta avisar seu amigo, mas a essa altura, Virgil já está apaixonado.

As cenas de tiroteio, que são poucas e curtas, são maravilhosas. Isso dá realismo ao filme. Não é aquela coisa de que os vilões dão 154 tiros e nenhum acerta o protagonista.

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Esta cena de tiro por exemplo, deve ter uns 3 a 5 segundos, tempo suficiente para vários homens darem vários tiros e vários acabarem mortos. É a lógica, e aqui neste filme isso é levado a sério.

Afinal, sabemos que tem uma probabilidade altíssima de você levar um tiro na primeira puxada do gatilho de um cowboy. Ponto positivo!

A história não se desenvolve tanto. Eu diria que vai a passos lentos.

O espectador que não costuma ver filme de faroeste, porém quer assistir mesmo assim, pode facilmente perder o interesse por este filme. Apesar de dinâmico, a história custa a progredir. Ponto negativo.

Agora, a grande sacada do filme são os atores. Nossa Senhora dos Bang-Bangs Bizarros, que elenco! O talento nato de cada ator é a melhor parte do filme.

Os personagens são muito bem formados e têm muita vida, graças aos atores. O destaque (sem puxação de saco por causa de O Senhor dos Anéis, ok?) é com certeza Viggo Mortensen. Seu personagem não é o líder da dupla, nem é o protagonista do romance, mas o dom artístico desse cara transforma seu personagem, na minha opinião, no principal do filme, mesmo não sendo.

Na última cena do filme, ele já está de saco cheio do vilão Bragg, e no melhor estilo duelo faroeste, ele desafia o maledito.

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Não, olhem a pose dele!!! Puta que pariu Caramba, que estilo!!! Sério!!! Awesome!!!

Aqui na última cena descobrimos que ele é o gatilho mais rápido do oeste!

Eu que estou dizendo.

E imediatamente depois, ele vai embora da cidade sozinho, cavalgando ao pôr do sol.

Fala sério, o filme inteiro evitou cenas clássicas de faroeste para dar uma inovada, mas no final, temos duas seguidas estreladas por Viggo Mortensen.

Porra!

Fechou com chave de ouro!

Filme muito recomendado, se você quer ver algo diferente, é uma boa pedida!

Se você quer ver tramas genais que te surpreenda, evite assistir.

Vale muito pela diversão!

Vou simbora!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Anjos da Noite – O Despertar

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E aí, galerinha, como vão todos vocês? Poxa, quanto tempo! É, isso aqui já estava dando teias de aranha, eu não estava podendo atualizar, mas agora a espera chegou ao fim e vamos tocar o barco!

A última vez que fui ao cinema, assisti “Anjos da Noite – O Despertar” (Underworld – Awakening, 2012). É o quarto filme da saga homônima, que aliás é tido com grande estima pelos adoradores de filmes vampíricos, afinal, aqui os vampiros realmente são criaturas bestiais e não coisas que fingem ser vampiros com paixonites mundanas dos humanos, e mais, eles realmente viram purpurina em contato com o sol, em vez de se cobrirem com ela.

Qualquer semelhança é mera coincidência.

Mas continuando, se você nunca assistiu nenhum dos filmes anteriores da saga, não se aflija! No início do filme, temos uma breve introdução do que aconteceu no passado, para que espectadores que estão meio por fora se encontrem na trama. Isso é ótimo! Sério mesmo, se não tivesse isso, muita gente ia ficar boiando de como tudo foi parar naquela situação. Então, caso você perdeu algum dos 3 filmes anteriores, pode ir sem medo de ser feliz!

A protagonista é a de sempre, interpretada pela Kate Beckinsale, a vampira femme fatale Selene…

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Tá vendo? Concorda comigo?

Ótimo.

Dois novos personagens entram para o time…

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Eu não me lembro o nome dela, mas pelo que me recordo, ela não tem nome. O que importa é que ela é tipo um rato de laboratório, por isso, caso seja necessário, a chamarei assim no restante do post.

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O segundo integrante é outro vampiro, também não me recordo o nome, acho que Bad Playboy é uma boa. Aliás, ele tem uma arma estilosíssima!

Michael Corvin, o híbrido de vampiro e lobisomem que é o namorado da Selene, tem participação muito pequena no longa, apesar de importante.

Os vampiros e os lobisomens já são de conhecimento dos humanos, e são temidos e caçados, por isso hoje em dia eles vivem no submundo, o que de fato deveria ser o nome da franquia em português, concordam? Não? Vai lá no google tradutor e escreve “underworld” e volta aqui pra me dizer.

Vai lá, eu espero…

…

…

E aí?

Pois é, essas adaptações dos nomes originais dos filmes para o português são complicadas…

Continuando…

Ao passo que Selene é forçadamente separada de Michael e procura por ele, ela conhece Rata de laboratório e Bad Playboy, a garotinha é extremamente importante para o filme.

Bom, eu não posso contar a trama né? Como é um filme que ainda tá no cinema, não vou contar a história, vocês vão ter que ir assistir!

Eu gostei muito, o único problema é o tempo. É muito rápido, é só uma hora e vinte, mais ou menos, mas eu devia esperar por isso, já que os anteriores têm essa média.

Ótimo filme, recomendo!

Vão assistir!

Abraços!